Controle de jornada para equipes de campo, e sem internet!

Nada mais penoso para o departamento pessoal ter que compilar as planilhas de apontamentos manuais enviadas pelos colaboradores que trabalham fora do escritório.

Além disso há dilemas eternos onde o gestor não concorda com os horários marcados manualmente.

Sem falar sobre as marcações exatas, onde todos os dias o colaborador entra e sai no mesmo horário. Como já informado pelo Tribunal Superior do Trabalho (Súmula 338), este tipo de controle de jornada é inválido.Celular com o aplicativo TradingWorks

Com a autorização do Ministério do Trabalho e Emprego para usar computadores na marcação do ponto (Portaria 373/11), as empresas podem automatizar este processo e eliminar muitos pontos de falha.

Com 4 anos de atuação nesse mercado, a TradingWorks visa resolver esses problemas.

Com o aplicativo para celulares sua empresa tem os seguintes benefícios:

  • Marcação do ponto mesmo sem internet disponível;
  • Localização da marcação do ponto, pois o GPS é obrigatório;
  • O equipamento pode ser compartilhado, por exemplo um supervisor em campo com o celular corporativo e os colaboradores usam este equipamento para realizar a marcação;
  • Marcações manuais permitidas em caso de esquecimento, mas sempre com a aprovação do gestor;
  • Todos os outros benefícios já conhecidos da solução TradingWorks (veja mais aqui)

Quer fazer um teste e ver como é simples?

Baixe o aplicativo de uma das lojas abaixo e coloque o código de ativação DEMO DEMO.

Disponível na App Store

Disponível no Google Play

Posso controlar o ponto dos terceiros?

É muito comum misturarmos assuntos de CLT com terceiros legalmente trabalhando na empresa e desta forma acabamos entendendo que é proibido controlar o ponto ou eficiência dos colaboradores terceiros.

Com isto nos deparamos com as famosas planilhas de entrada às 09:00h e saída as 18:00h com uma hora para almoço, ou aqueles que já entenderam que não chama atenção se colocar os números quebrados como 08:45h ou 18:05h, mas continua não garantindo a qualidade.
Não estou falando que todo profissional faça isto, mas exatidão não é a premissa destas planilhas de controle. Falo por experiência própria ao controlar (sem eles terem conhecimento) durante alguns períodos.
Na semana o erro chegava a ser mais de 4 horas e o interessante é que a diferença era sempre favorável ao colaborador.
Em uma simulação (vide planilha aqui) temos …
Um erro de 20 minutos em um time de 20 pessoas, são R$ 105.600,00 desperdiçados anualmente.
Custo do erro de apontamento
Mas você pode estar se perguntando, continua proibido e ponto (final).
É proibido que a empresa contratante exija e controle o apontamento, mas não é proibido que a empresa contratada o faça através de mecanismos da portaria 373/11 e daí a contratante basicamente se torna o auditor do processo de controle de ponto e não o seu solicitante.
Além de ser transparente para as partes, garante o profissionalismo de quem cumpre com as jornadas contratadas, deixando seus pares “pouco precisos” fora do contexto do trabalho do time e eventualmente se desligando ou sendo desligados.

Devo marcar o ponto numa PME?

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a marcação de ponto de até 10 funcionários é opcional.
Homem com relógio
A princípio isto facilita em muito a administração da folha de pagamento e cálculos, pois é usado como princípio que todos cumpriram com suas horas trabalhadas. O problema está quando um ex-funcionário decide requerer na justiça horas que ele acha devido.
Como na empresa não há registro algum, cabe apenas acatar os valores acordados na Justiça do Trabalho, pois o empregado não necessita mostrar nenhuma prova em seu favor. E também não estou dizendo que o empregado esteja equivocado, só que a empresa realmente não tem nenhum registro sobre seu trabalho e se o pagamento dos salários foram feitos corretamente.
Aposto que assim como eu, cada um de vocês tem uma história de algum parente ou amigo próximo que já enfrentou este problema. Eu particularmente conheço duas empresas que tiveram que fechar as portas devido às disputas judiciais.
Então a saída é automatizar tudo e adquirir aquelas máquinas de ponto que imprimem o tíquete?
É uma possibilidade (e com grande dispêndio financeiro para uma PME), mas o registro de ponto pode ser feito com papel e caneta, sem nenhum equipamento especial. Em papelarias você pode encontrar estes bloquinhos prontos.
Simples, barato e eficiente!
Mas não se esqueça de que é necessário ter todo um processo para que este registro seja válido. Se tiver sinais de rasuras ou não tiver a assinatura do funcionário, de nada importa, mas mesmo assim o livro de ponto manual é uma ótima saída.
O que é mais importante é que a legislação trabalhista também vem evoluindo e em 2011, junto com a portaria que descrevia o uso das máquinas com impressão de tíquete (portaria 1510/09), também saiu a portaria 373/11 que permite que o registro de ponto seja feito de forma totalmente eletrônica, por computador ou celular, por exemplo.
Durante sua publicação, muito se discutiu que a portaria 373 só serviria para as grandes empresas, pois possuíam recursos técnicos para o desenvolvimento da solução. O que na prática aconteceu é que empresas de tecnologia passaram a oferecer este tipo de recurso a um baixo custo para empresas de qualquer porte, como por exemplo a TradingWorks.
Mas o que realmente é importante é que esta nova forma de registro de ponto permite que funcionários remotos também tenham o registro, seja feito através de um computador ou mesmo de um celular. Assim, mesmo aqueles funcionários que estão em outros bairros ou cidades, podem marcar o ponto e garantir a integridade dos seus recebimentos.
O registro de ponto não é somente importante para evitar desgastes judiciais mas garante a satisfação dos funcionários, quando seus colegas também estão sob o mesmo controle e não apenas baseado na consciência e responsabilidade de cada um em cumprir o seu horário de trabalho.